Eu tenho o meu próprio kit. E você?
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Exame com FIBROSCAN ou ELASTOGRAFIA HEPÁTICA gratuito em São Paulo/SP
EXCELENTE NOTÍCIA AOS PORTADORES DE HEPATITE.
O exame é realizado na própria Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, na capital paulista.
Para mais informações:
Telefone: (11) 3170-3285
E-mail: contato@hepatite.org.br
Endereço: Av. Paulista, 1765 - 7º andar, conjuntos 71 e 72 -
Bela Vista - CEP: 01311-200 - São Paulo/SP
A Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, em São Paulo, fez um grande investimento e adquiriu em 2013 o FIBROSCAN, um aparelho que avalia a fibrose hepática.
De método não invasivo, o FIBROSCAN por meio de ultrassom faz uma avaliação quantitativa da esteatose hepática (acúmulo de gordura nas células do fígado).
De método não invasivo, o FIBROSCAN por meio de ultrassom faz uma avaliação quantitativa da esteatose hepática (acúmulo de gordura nas células do fígado).
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Trata-se de um excelente notícia aos portadores de hepatite, e que não possuem condições de pagar pelo exame.
O Fibroscan é uma alternativa à biopsia hepática, e já foi avaliado na detecção de diversas doenças do fígado.
O exame é realizado na própria Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, na capital paulista.
Para mais informações:
Telefone: (11) 3170-3285
E-mail: contato@hepatite.org.br
Endereço: Av. Paulista, 1765 - 7º andar, conjuntos 71 e 72 -
Bela Vista - CEP: 01311-200 - São Paulo/SP
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Nova droga pode ser a cura definitiva da hepatite C
Tratamento em desenvolvimento na Universidade do Texas foi capaz de eliminar o vírus da doença em praticamente todos os pacientes de uma pesquisa clínica.
Gabriela Ruic - Revista Exame
08/11/2013
Gabriela Ruic - Revista Exame
08/11/2013
São Paulo – O mundo tem hoje mais de 150 milhões de pessoas infectadas com o vírus da hepatite C, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas os números desta doença não param por aí: ela é a responsável pela morte de cerca de 350 mil pessoas por ano e contamina outras três milhões.
Os dados são alarmantes, mas boas notícias surgiram nesta semana. Uma pesquisa da Universidade do Texas (EUA), publicada na revista científica The Lancet, trouxe resultados promissores e pode ser a resposta para uma cura definitiva da hepatite C.
Em uma série de testes realizados em 100 adultos contaminados, uma nova
droga, que consiste na combinação dos medicamentos sofosbuvir e
ledispavir, foi capaz de eliminar o vírus da doença em praticamente
todos os participantes. Inclusive aqueles que já haviam tentado outros
tratamentos e não obtiveram sucesso.
Testes clínicos
No experimento, as pessoas foram divididas em dois grupos. O primeiro
era formado por 60 pacientes que nunca haviam feito nenhum tipo de
tratamento e cujos fígados estavam livres de cirrose.
Já o segundo, composto por 40 pessoas, contava com participantes que já
haviam passado por diferentes terapias mal sucedidas. Estes grupos
foram divididos então em subgrupos, de acordo com a condição de cada
pessoa, e cada um deles recebeu uma combinação de drogas.
Houve quem tivesse tomado apenas a mistura dos dois medicamentos e quem
ingerisse ambos, mas combinados ainda com outra substância, a chamada
ribavirina. Os testes duraram 12 semanas e os pacientes demonstraram
sintomas como náuseas, anemia e dores de cabeça.
Os resultados, contudo, impressionaram. “Estas constatações sugerem que
uma dose destes medicamentos, com ou sem ribavirina, tem o potencial de
curar a maioria dos pacientes com hepatite C do genótipo 1,
independentemente do seu histórico de tratamento ou da presença de
cirrose”, informou a equipe.
Repercussão
Charles Gore, chefe do Fundo de Hepatite C, entidade britânica que
busca a conscientização em relação à doença, foi um dos especialistas
que vibrou com o resultado. “Estes novos antivirais são incrivelmente
potentes e mostram que até os casos mais complicados podem ser
tratáveis”, disse Gore em entrevista ao The Guardian.
O novo tratamento já está em análise da
Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo americano que
regula o setor farmacêutico. Em outubro, um painel de especialistas que
aconselham o FDA sugeriu, de forma unânime, que a agência aprove a
comercialização destas drogas experimentais. Ainda não há, contudo,
nenhuma previsão de quando isso acontecerá.
Hepatite C
Causada por vírus, doença pode ser transmitida de várias formas como,
por exemplo, via transfusão sanguínea, compartilhamento de seringas ou
outros artigos de higiene pessoal, como escovas de dente e alicates de
unha.
De acordo com o Ministério da Saúde,
a hepatite c se manifesta de forma silenciosa e nem sempre é possível
detectar os seus sintomas. Alguns dos sinais que podem indicar a
incidência da doença são cansaço, tontura, pele e olhos amarelados, além
de febre e enjoo.
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sofosbuvir,
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Ampliado o acesso ao tratamento com boceprevir e telaprevir para casos de fibrose F2
13/11/2013
O Ministério da Saúde decidiu ampliar o acesso à terapia tripla para o tratamento da hepatite C. A partir de agora, pacientes que não necessariamente estão em estágio avançado da doença e não têm cirrose terão acesso ao tratamento que eleva para até 80% a chance de cura. Para usufruir da terapia tripla, os pacientes não precisarão fazer a biópsia novamente se tiverem feito o exame há três anos ou mais e tiverem uma classificação de METAVIR F2 ou mais. Atualmente, de 5% a 20% dos pacientes crônicos com hepatite C evoluem para cirrose se não tratados.
A medida dará mais autonomia para o médico analisar o paciente e prescrever o tratamento. Também visa diminuir casos graves da doença, fazendo com que mais pacientes tenham acesso aos medicamentos modernos, os chamados inibidores de protease, Desde janeiro de 2013, o Sistema Único de Saúde (SUS) incluiu a terapia tripla no tratamento da hepatite C com a combinação dos inibidores de protease Boceprevir e Telaprevir com interferon peguilado e ribavirina, a chamada terapia padrão.
Atualmente, cerca de mil pacientes já se beneficiam da terapia tripla pelo SUS. Para 2014, a expectativa é que 5.500 pacientes sejam tratados com os inibidores de protease.
O Brasil possui hoje 1,5 milhão de pessoas convivendo com o vírus da hepatite C, segundo o Ministério da Saúde. Estima-se que a maioria sejam adultos entre 45 e 64 anos e que o número de infectados possa chegar a 2,5 milhões, já que muitos ignoram estar doentes.
Atualmente, a doença é responsável por 50% dos transplantes hepáticos realizados no país. Alguns fatores são mais críticos para o desenvolvimento da cirrose, como idade superior a 40 anos no momento da infecção, ser do sexo masculino, fazer uso de álcool, ter coinfecção com o vírus da hepatite B ou com o HIV, entre outros.
A detecção e o tratamento precoces da hepatite C são essenciais para o aumento da qualidade e expectativa de vida e para a cura da doença. O anti-HCV (anticorpo produzido naturalmente pelo organismo) é o primeiro teste que deve ser feito nos pacientes para triagem da doença e marca o contato da pessoa com o vírus da hepatite C. Esse anticorpo demora de 4 a 6 semanas para se tornar detectável no sangue dos pacientes após o contato com o vírus, podendo persistir indefinidamente.
Outro exame que pode ser utilizado é o PCR, que mostra a presença do vírus no organismo do paciente. O PCR pode ser qualitativo (indica a presença ou não do vírus) ou quantitativo (avalia a quantidade de vírus presentes).
Desde 2011, o Ministério da Saúde ampliou a oferta de testes rápidos gratuitos para detecção da hepatite C, nos chamados CTAS (Centros de Testagem e Aconselhamento). O atendimento no CTA é inteiramente sigiloso e, se o resultado do teste for positivo, a pessoa é encaminhada para tratamento nos serviços de referência.
Para localizar o CTA mais próximo da sua residência basta acessar o link:
e clicar na caixa Localizar endereço na coluna à direita da página inicial.
Fonte: Carlos Varaldo
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Recomendação de aprovação dos novos medicamentos para tratamento da hepatite C
27/10/2013
Fonte: Hepato - Agência Nacional das Hepatites
http://hepato.com/a_noticias/002_a_noticias_port.php
Fonte: Hepato - Agência Nacional das Hepatites
http://hepato.com/a_noticias/002_a_noticias_port.php
O Comité Consultivo da Food and Drug Administration ( FDA) dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, a recomendação para registro do Simeprevir e do Sofosbuvir, dois inibidores de proteases de segunda geração que muito provavelmente, dependendo do preço, estarão substituindo o Telaprevir e o Boceprevir.
Ambos ocasionam efeitos colaterais mais brandos, e em vez de varias capsulas ao dia como acontece com Boceprevir e Telaprevir, com os novos medicamentos é necessário somente 1 comprimido ao dia combinado com interferon peguilado e ribavirina para o tratamento do genótipo 1 da hepatite C em pacientes adultos com doença hepática compensada, incluindo cirrose.
O Simeprevir foi recomendado para o FDA o aprovar para o tratamento do genótipo 1 combinado com interferon peguilado e ribavirina.
O Sofosbuvir foi recomendado para o FDA o aprovar para o tratamento dos genótipos 1 e 4 combinado com interferon peguilado e ribavirina e, para tratamento dos genotipos 2 e 3 combinado a ribavirina, mas sem necessidade do interferon em tratamento de 12 semanas para o genótipo 2 e de 16 ou 24 semanas para o genótipo 3, podendo em alguns casos específicos ser utilizado combinado com interferon peguilado.
A reunião do FDA para aprovar a comercialização dos dois medicamentos foi marcada para o dia 8 de dezembro. O FDA não é obrigado a seguir a recomendação do Comitê, mas normalmente a aceita e aprova.
OK. Estamos diante de uma segunda geração dos inibidores de proteases e daqui a alguns meses outros medicamentos estarão chegando. A revolução no tratamento da hepatite C está começando e em poucos anos teremos possibilidade de cura de mais de 90% dos tratados.
Mas como sempre, tudo vai depender do preço dos novos medicamentos. O futuro é ótimo, mas o dinheiro pode ser curto.
Certamente durante o Congresso da semana próxima nos Estados Unidos as conversas e discussões serão muitas, não somente pelo Sofosbuvir e o Simeprevir, mas também pelas novidades que Bristol-Myers e Abbvie estarão apresentando de seus medicamentos para tratamentos orais da hepatite C, os quais devem solicitar aprovação no FDA já em 2014.
Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Vitamina D
Ontem fui ao infecto com todos os exames para ele me explicasse direitinho como estão as enzimas do meu fígado e afins.
Os exames pedidos pelo meu médico foram:
- Acido úrico
- Alfa-Fetoproteína
- Bilirrubinas
- Hemograma Completo
- Proteína Total e Frações
- Transaminase Glutamico-Oxalacetica (TGO)
- Transaminase Glutamico-Piruvica (TGP)
- Hidroxi-Vitamina D
- Gama Glutamil Transferase (Gama-GT)
O resultado de todos exames foi extremamente satisfatório, com exceção da Vitamina D (Hidroxi-Vitamina D), que acusou LIMÍTROFE.
O resultado foi de 20 ng/mL, e o valor de referência LIMITROFE é de 20 a 30 ng/mL.
Ele então me prescreveu um medicamento em gotas, para tomar todos dias pela manhã, em jejum.
A falta da vitamina D influencia nos portadores de hepatite, pois pode acelerar a progressão da fibrose e diminuir a possibilidade de cura da doença.
De acordo com informações publicadas na página da Agência de Noticias das Hepatites, a vitamina D é metabolizada pelo fígado e convertida em 1,25-diidroxi-vitamina D3, que é a forma ativa da vitamina. Indivíduos com doença hepática crônica podem apresentar níveis pobres de vitamina D3 no organismo.
Deficiência ou insuficiência de vitamina D pode alterar o equilíbrio entre o cálcio extracelular e intracelular das células, o que pode interferir com a liberação de insulina, assim, a falta de cálcio ou vitamina D pode resultar em resistência periférica à insulina.
No site da Agência de Noticias das Hepatites informa que o "World Journal of Gastroenterology" publicou a confirmação do efeito benéfico da inclusão da vitamina D no tratamento da hepatite C ao ser utilizada conjuntamente a utilização do interferon peguilado e ribavirina.
No site da Agência de Noticias das Hepatites informa que o "World Journal of Gastroenterology" publicou a confirmação do efeito benéfico da inclusão da vitamina D no tratamento da hepatite C ao ser utilizada conjuntamente a utilização do interferon peguilado e ribavirina.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Dia Mundial das Hepatites Virais 2013
Estados e Municípios também se organizaram para uma mobilização de testagem contra as hepatites B e C. A mobilização nacional começou no dia 22 de julho e vai até dia 02 de agosto.
Composta por um filme de veiculação nacional e três cartazes para públicos específicos, a campanha será veiculada no período de 28 de julho a 31 de agosto. É a primeira vez que as hepatites virais possuem uma campanha de televisão e mais três peças para públicos específicos, além de peças para as redes sociais.
Um dos cartazes será destinado às gestantes e alerta sobre a importância do teste no pré-natal e da vacina para elas e o bebê.
O outro é direcionado aos jovens lembrando a importância do teste e da vacina para a hepatite B.
O terceiro cartaz aborda a população acima de 45 anos, com mensagem sobre a testagem para a hepatite C.
Fazem parte da campanha ainda dois spots de rádio, intervenção nas mídias sociais e um anúncio para profissionais de saúde sobre a universalização da vacina para hepatite B e sobre a recomendação dos testes para hepatites B e C.
Composta por um filme de veiculação nacional e três cartazes para públicos específicos, a campanha será veiculada no período de 28 de julho a 31 de agosto. É a primeira vez que as hepatites virais possuem uma campanha de televisão e mais três peças para públicos específicos, além de peças para as redes sociais.
Um dos cartazes será destinado às gestantes e alerta sobre a importância do teste no pré-natal e da vacina para elas e o bebê.
O outro é direcionado aos jovens lembrando a importância do teste e da vacina para a hepatite B.
O terceiro cartaz aborda a população acima de 45 anos, com mensagem sobre a testagem para a hepatite C.
Fazem parte da campanha ainda dois spots de rádio, intervenção nas mídias sociais e um anúncio para profissionais de saúde sobre a universalização da vacina para hepatite B e sobre a recomendação dos testes para hepatites B e C.
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