Caros leitores,
A Enquete sobre a Hepatite C será encerrada no próximo dia 31 de maio.
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Eu tenho o meu próprio kit. E você?
quinta-feira, 22 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
Regressão da Fibrose Hepática (?): resultado dos exames
Olá! Tudo bem?
Peço que me desculpem pela demora na atualização do blog. Desde que eu voltei a trabalhar, as coisas mudaram um pouco. Fazer a gestão do tempo e driblar o cansaço não tem sido tarefa fácil.
Mas vamos às notícias. Estive em consulta com meu médico no mês passado para apresentar o resultado dos exames e claro, saber as perspectivas e uma opinião mais aprofundada sobre o tema: regressão da minha fibrose.
Os resultados dos exames se comparados aos realizados anteriormente estão excelentes. Mas não vou negar que o resultado que eu mais estava esperando era ver um "INDETECTÁVEL" para o vírus da hepatite C (HCV) por conta da regressão da fibrose. Independente da carga viral, confesso pra vocês que a regressão da fibrose reacendeu ainda mais minhas esperanças de cura, que me sinto como se não tivesse essa doença.
Eis os resultados...
Desde que interrompi o tratamento, faço exames periodicamente. Em setembro passado, um dos exames revelou que eu estava com deficiência de vitamina D (post aqui). Assim, por quase 7 meses a suplementação com vitamina D passou a fazer parte do meu dia a dia.
Desde que interrompi o tratamento, faço exames periodicamente. Em setembro passado, um dos exames revelou que eu estava com deficiência de vitamina D (post aqui). Assim, por quase 7 meses a suplementação com vitamina D passou a fazer parte do meu dia a dia.
A suplementação deu muito certo, pois passei de LIMÍTROFE para NORMAL. Com esse resultado, meu médico me deu alta. Eu não curto muito tomar sol, mas prometi a mim mesma colaborar! rs
Por fim, ao final da consulta, senti uma ponta de decepção pela frieza e uma impressão de falta de interesse por parte do meu médico em querer "investigar" e saber mais sobre a regressão. Ainda há muitas perguntas na minha cabeça do tipo: "será que o diagnóstico da biopsia hepática que eu fiz em fev/2012 não foi preciso?"; "eu posso confiar no resultado da elastografia"; "a que se atribui essa regressão?".
Não tenho dúvidas que meus hábitos saudáveis como a prática de exercícios, algumas xícaras de café espresso (que adoro e dizem ser benéfico para a hepatite C), a suplementação com vitamina D (estudos comprovam que a vitamina D dobra a possibilidade de cura no tratamento) podem ter contribuído para todos esses resultados.
Por fim, pensei: porque ficar se martirizando? Porque não procurar uma segunda opinião?
Um grande abraço!
sábado, 5 de abril de 2014
Regressão da fibrose hepática (?)
Em fevereiro passado realizei a Elastografia Hepática Transitória (EHT+CAP) na Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite (ABPH), para saber como estava meu grau de fibrose (post aqui).
O resultado do exame foi surpreendente, porque o grau de fibrose regrediu de Metavir F3 para Metavir F0!!!!
Mas deixe-me explicar melhor. Após eu ter feito o exame na ABPH e constatar por duas vezes Metavir F1, fui encaminhada a um outro laboratório, dessa vez para fazer uma Ultrassonografia de Fígado com Elastografia para confirmar o resultado. Tal qual foi a minha surpresa - novamente - quando o resultado foi: "Elastografia ARFI compatível com fibrose hepática grau zero".
Essa regressão é algo que deixou a mim e minha família perplexos no bom sentido, claro!
Na semana seguinte consultei-me com meu infectologista e apresentei os resultados. Ele não deu nenhum parecer concreto e pediu que eu fizesse os seguintes exames:
Minha consulta com meu médico é em duas semanas. Em breve terei novidades e compartilharei mais detalhes.
Até lá!
Essa regressão é algo que deixou a mim e minha família perplexos no bom sentido, claro!
Na semana seguinte consultei-me com meu infectologista e apresentei os resultados. Ele não deu nenhum parecer concreto e pediu que eu fizesse os seguintes exames:
- Alfa feto Proteína
- Bilirrubinas totais e frações
- Gama GT
- Glicemia Jejum
- Hemograma
- TGO/TGP
- TSH
- Vitamina D
- Proteinas Totais e Frações
- PCR Quantitativo em tempo real
Minha consulta com meu médico é em duas semanas. Em breve terei novidades e compartilharei mais detalhes.
Até lá!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Exame com FIBROSCAN ou ELASTOGRAFIA HEPÁTICA gratuito em São Paulo/SP
EXCELENTE NOTÍCIA AOS PORTADORES DE HEPATITE.
O exame é realizado na própria Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, na capital paulista.
Para mais informações:
Telefone: (11) 3170-3285
E-mail: contato@hepatite.org.br
Endereço: Av. Paulista, 1765 - 7º andar, conjuntos 71 e 72 -
Bela Vista - CEP: 01311-200 - São Paulo/SP
A Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, em São Paulo, fez um grande investimento e adquiriu em 2013 o FIBROSCAN, um aparelho que avalia a fibrose hepática.
De método não invasivo, o FIBROSCAN por meio de ultrassom faz uma avaliação quantitativa da esteatose hepática (acúmulo de gordura nas células do fígado).
De método não invasivo, o FIBROSCAN por meio de ultrassom faz uma avaliação quantitativa da esteatose hepática (acúmulo de gordura nas células do fígado).
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Trata-se de um excelente notícia aos portadores de hepatite, e que não possuem condições de pagar pelo exame.
O Fibroscan é uma alternativa à biopsia hepática, e já foi avaliado na detecção de diversas doenças do fígado.
O exame é realizado na própria Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, na capital paulista.
Para mais informações:
Telefone: (11) 3170-3285
E-mail: contato@hepatite.org.br
Endereço: Av. Paulista, 1765 - 7º andar, conjuntos 71 e 72 -
Bela Vista - CEP: 01311-200 - São Paulo/SP
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Nova droga pode ser a cura definitiva da hepatite C
Tratamento em desenvolvimento na Universidade do Texas foi capaz de eliminar o vírus da doença em praticamente todos os pacientes de uma pesquisa clínica.
Gabriela Ruic - Revista Exame
08/11/2013
Gabriela Ruic - Revista Exame
08/11/2013
São Paulo – O mundo tem hoje mais de 150 milhões de pessoas infectadas com o vírus da hepatite C, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas os números desta doença não param por aí: ela é a responsável pela morte de cerca de 350 mil pessoas por ano e contamina outras três milhões.
Os dados são alarmantes, mas boas notícias surgiram nesta semana. Uma pesquisa da Universidade do Texas (EUA), publicada na revista científica The Lancet, trouxe resultados promissores e pode ser a resposta para uma cura definitiva da hepatite C.
Em uma série de testes realizados em 100 adultos contaminados, uma nova
droga, que consiste na combinação dos medicamentos sofosbuvir e
ledispavir, foi capaz de eliminar o vírus da doença em praticamente
todos os participantes. Inclusive aqueles que já haviam tentado outros
tratamentos e não obtiveram sucesso.
Testes clínicos
No experimento, as pessoas foram divididas em dois grupos. O primeiro
era formado por 60 pacientes que nunca haviam feito nenhum tipo de
tratamento e cujos fígados estavam livres de cirrose.
Já o segundo, composto por 40 pessoas, contava com participantes que já
haviam passado por diferentes terapias mal sucedidas. Estes grupos
foram divididos então em subgrupos, de acordo com a condição de cada
pessoa, e cada um deles recebeu uma combinação de drogas.
Houve quem tivesse tomado apenas a mistura dos dois medicamentos e quem
ingerisse ambos, mas combinados ainda com outra substância, a chamada
ribavirina. Os testes duraram 12 semanas e os pacientes demonstraram
sintomas como náuseas, anemia e dores de cabeça.
Os resultados, contudo, impressionaram. “Estas constatações sugerem que
uma dose destes medicamentos, com ou sem ribavirina, tem o potencial de
curar a maioria dos pacientes com hepatite C do genótipo 1,
independentemente do seu histórico de tratamento ou da presença de
cirrose”, informou a equipe.
Repercussão
Charles Gore, chefe do Fundo de Hepatite C, entidade britânica que
busca a conscientização em relação à doença, foi um dos especialistas
que vibrou com o resultado. “Estes novos antivirais são incrivelmente
potentes e mostram que até os casos mais complicados podem ser
tratáveis”, disse Gore em entrevista ao The Guardian.
O novo tratamento já está em análise da
Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo americano que
regula o setor farmacêutico. Em outubro, um painel de especialistas que
aconselham o FDA sugeriu, de forma unânime, que a agência aprove a
comercialização destas drogas experimentais. Ainda não há, contudo,
nenhuma previsão de quando isso acontecerá.
Hepatite C
Causada por vírus, doença pode ser transmitida de várias formas como,
por exemplo, via transfusão sanguínea, compartilhamento de seringas ou
outros artigos de higiene pessoal, como escovas de dente e alicates de
unha.
De acordo com o Ministério da Saúde,
a hepatite c se manifesta de forma silenciosa e nem sempre é possível
detectar os seus sintomas. Alguns dos sinais que podem indicar a
incidência da doença são cansaço, tontura, pele e olhos amarelados, além
de febre e enjoo.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Ampliado o acesso ao tratamento com boceprevir e telaprevir para casos de fibrose F2
13/11/2013
O Ministério da Saúde decidiu ampliar o acesso à terapia tripla para o tratamento da hepatite C. A partir de agora, pacientes que não necessariamente estão em estágio avançado da doença e não têm cirrose terão acesso ao tratamento que eleva para até 80% a chance de cura. Para usufruir da terapia tripla, os pacientes não precisarão fazer a biópsia novamente se tiverem feito o exame há três anos ou mais e tiverem uma classificação de METAVIR F2 ou mais. Atualmente, de 5% a 20% dos pacientes crônicos com hepatite C evoluem para cirrose se não tratados.
A medida dará mais autonomia para o médico analisar o paciente e prescrever o tratamento. Também visa diminuir casos graves da doença, fazendo com que mais pacientes tenham acesso aos medicamentos modernos, os chamados inibidores de protease, Desde janeiro de 2013, o Sistema Único de Saúde (SUS) incluiu a terapia tripla no tratamento da hepatite C com a combinação dos inibidores de protease Boceprevir e Telaprevir com interferon peguilado e ribavirina, a chamada terapia padrão.
Atualmente, cerca de mil pacientes já se beneficiam da terapia tripla pelo SUS. Para 2014, a expectativa é que 5.500 pacientes sejam tratados com os inibidores de protease.
O Brasil possui hoje 1,5 milhão de pessoas convivendo com o vírus da hepatite C, segundo o Ministério da Saúde. Estima-se que a maioria sejam adultos entre 45 e 64 anos e que o número de infectados possa chegar a 2,5 milhões, já que muitos ignoram estar doentes.
Atualmente, a doença é responsável por 50% dos transplantes hepáticos realizados no país. Alguns fatores são mais críticos para o desenvolvimento da cirrose, como idade superior a 40 anos no momento da infecção, ser do sexo masculino, fazer uso de álcool, ter coinfecção com o vírus da hepatite B ou com o HIV, entre outros.
A detecção e o tratamento precoces da hepatite C são essenciais para o aumento da qualidade e expectativa de vida e para a cura da doença. O anti-HCV (anticorpo produzido naturalmente pelo organismo) é o primeiro teste que deve ser feito nos pacientes para triagem da doença e marca o contato da pessoa com o vírus da hepatite C. Esse anticorpo demora de 4 a 6 semanas para se tornar detectável no sangue dos pacientes após o contato com o vírus, podendo persistir indefinidamente.
Outro exame que pode ser utilizado é o PCR, que mostra a presença do vírus no organismo do paciente. O PCR pode ser qualitativo (indica a presença ou não do vírus) ou quantitativo (avalia a quantidade de vírus presentes).
Desde 2011, o Ministério da Saúde ampliou a oferta de testes rápidos gratuitos para detecção da hepatite C, nos chamados CTAS (Centros de Testagem e Aconselhamento). O atendimento no CTA é inteiramente sigiloso e, se o resultado do teste for positivo, a pessoa é encaminhada para tratamento nos serviços de referência.
Para localizar o CTA mais próximo da sua residência basta acessar o link:
e clicar na caixa Localizar endereço na coluna à direita da página inicial.
Fonte: Carlos Varaldo
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